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segunda-feira, 01 março 2021
Início Nacional Auxílio emergencial terá nova rodada? Saiba quando ela pode começar

Auxílio emergencial terá nova rodada? Saiba quando ela pode começar

Apesar de não ter uma confirmação oficial, a pauta que discute a renovação do auxílio emergencial por mais alguns meses tem recebido atenção de parlamentares nos últimos meses. Entre eles os candidatos às presidências do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (DEM), e Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL).

Com opiniões contrárias em relação ao teto de gastos, ao que Pacheco diz que não deve ser “intocado”, enquanto Lira destaca a necessidade de se respeitar o Orçamento, ambos concordam que é necessário repensar uma nova versão do auxílio emergencial.

Novo auxílio mais enxuto

Durante reunião com deputados e o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD-MG), Lira declarou quais serão seus próximos passos antes de dar início às discussões sobre o auxílio emergencial. “Primeiro eu tenho que me eleger e ele [Pacheco] tem que se eleger. Se formos eleitos, temos que sentar no dia 2 e definir o mínimo, mínimo ”, argumentou.

De acordo com o candidato à presidência da Câmara, para uma nova rodada de pagamentos, a base de beneficiários do auxílio emergencial tem de ser enxugada, sem falhas e com o “cadastro mais polido”. Lira ainda ressaltou que não realizou tratativas com ninguém do governo sobre a possibilidade de uma nova prorrogação do benefício ou da criação de um novo programa social que substitua o Bolsa Família.

Apesar das esquivas, tanto Lira quanto Pacheco defendem a volta do auxílio emergencial. Isso sinaliza para um possível retorno do benefício, visto que ambos os parlamentares possuem apoio do presidente Jair Bolsonaro em suas candidaturas.

O que esperar do auxílio emergencial em 2021?

De acordo com Lira, algumas ações devem ser implementadas antes de dar início a uma possível discussão sobre a volta do auxílio emergencial, como por exemplo, a instalação de uma Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e outra de Fiscalização (CMO).

“Se essas três ações principais feitas, acho que teremos todas as condições de tratarmos das possibilidades de auxílio, agora, no meu caso sempre respeitando o teto de gastos”, enfatizou.

Sem explicar qual será o financiamento da nova extensão, o parlamentar já havia sinalizado em posicionamentos anteriores para uma prorrogação de um ou dois meses.

No caso de Pacheco, candidato à presidência do Senado, o teto de gastos – que limita o quanto o governo pode utilizar dos recursos públicos – não deve ser intocado, devendo existir uma “relativizada” na rigidez que envolve o Orçamento Federal.

Em relação à pandemia, o parlamentar ainda declarou: “Nós precisamos, enquanto o Estado brasileiro, encontrar uma solução para remediar o problema dessas pessoas mais vulneráveis, seja com auxílio emergencial seja renovado com incremento do Bolsa Família ou de algo assemelhado.”

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