Vereadores cobram critérios para a escolha de ruas asfaltadas; Pedro Américo denuncia que ruas constam em convênio mas não foram recapeadas

A reunião da Câmara esta semana foi tomada por quase uma hora de discussão em torno de um requerimento do vereador Sandro José (PSDB) no qual cobra e questiona os critérios utilizados para a escolha das ruas para receber asfaltamento de convênios.  Ele citou que há menos de duas semanas foi veiculada obras em 10 bairros. “Somos cobrado nas ruas quais os critérios usados na escolha das ruas asfaltadas. Isso é uma decisão do Executivo. Na verdade não são 10 bairros mas ruas em 10 bairros. Sabemos que não foi neste governo a escolha das ruas mas da administração anterior já que estes convênios foram definidos anteriormente.  Deixo claro que a escolha não foi dos vereadores”, assinalou.

Vereadores cobraram melhor utilização da usina de asfalto de Lafaiete/Arquivo

Ele cobrou no requerimento a utilização da usina de asfalto. “Ela está sedo subutilizada. Poderíamos firmar um convênio através da Amalpa para beneficiar todos os municípios ao redor de Lafaiete. Queremos saber a capacidade qual a capacidade máxima de produção da usina de asfalto. Quantas toneladas foram produzidas nos anos de 2017 e no ano de 2018? Existe a possibilidade da usina de asfalto ter uso compartilhado com outras prefeituras?”, questionou no requerimento. “O asfaltamento é para atender uma necessidade e não uma vontade”, resumiu Sandro.

Diversos vereadores reclamaram que são cobrados por asfaltamentos em bairros. Carlos Nem (SD) reclamou de uma demanda em rua do Bairro Museu há anos solicitada por asfaltamento pelos moradores. Já Pedro Américo (PT) denunciou que existe uma ação em curso o Ministério Público de ruas previstas para asfaltamento e que não receberam o benefício. “A verba veio em administrações anteriores, consta que foi asfaltada e não foi. O dinheiro sumiu. Está lá a promotoria. Na hora que estourar o Município vai ficar impedido de receber recursos de novos convênios”, observou.

Fernando Bandeira reclamou também da falta de critérios e questionou se os calçamentos seriam mais viáveis. “Além de ajudar na captação de águas pluviais os calçamentos seriam mais viáveis, mais baratos e ambientalmente corretos do que os calçamentos”, assinalou.

Alan Teixeira reforçou que o Município deveria ser mais rigoroso com os empreendedores. “Tem asfalto de loteamento que parece uma casquinha”, comparou. “Se asfalta está ruim. Se não asfalta é pior. Não sei o que querem os vereadores com esta discussão”, ironizou Pé Quente (DEM).

Frente

O prefeito Mário Marcus (DEM) disse que a prefeitura prepara uma licitação para promover uma frente de calçamentos, a partir de 2019, em diversos bairros de Lafaiete.

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