João Paulo recua e pede desculpas a Congonhas

Vereador João Paulo /CORREIO DE MINAS

A declaração do vereador e líder do governo, João Paulo Pé Quente (DEM), feita há menos de 15 dias, na Tribuna da Câmara de Lafaiete, afirmando que seria “obrigação da prefeitura de Congonhas” emprestar remédios a Lafaiete”, gerou desconforto entre as duas Casas Legislativas. A opinião de Pé Quente ocorreu durante o debate em torno de falta de medicamentos, entre os quais dipirona e buscopam, usados para combater dores mais fortes. Para justificar ele comentou que Lafaiete recebe pacientes de inúmeras cidades sobrecarregando o atendimento. O empréstimo seria uma contrapartida.

Ontem à noite, dia 26, durante a sessão da Câmara, João Paulo fez um “me culpa’, reconhecendo que excedeu no discurso. Logo após sua fala há 15 dias, houve reações de vereadores e do prefeito Zelinho (PSDB). “Liguei para o Presidente da Câmara de Congonhas, Adivar Barbosa, e expliquei a ele minha fala e pedi desculpas pelo tom exagerado. Vejo que Congonhas não tem essa obrigação. Houve sim reação, mas está tudo apaziguado. Somos cidades co-irmãs. Desejo que Congonhas continue crescendo e as duas cidades de mão dadas pelo desenvolvimento regional integrado”, finalizou.

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