Governo tem fome de Agrotóxico: 31 novos agrotóxicos, somando 169 só neste ano de 2019, são liberados para uso

Infelizmente o Brasil é um dos maiores consumidores de agrotóxicos em todo o mundo. No país, a palavra ‘agrotóxico’ é utilizada para denominar os defensivos agrícolas, pesticidas, praguicidas, biocidas, agroquímicos, produtos fitofarmacêuticos ou produtos fitossanitários, mas todos são produtos químicos usados na agricultura. Infelizmente o governo vem liberando medidas e afrouxando o uso dos agrotóxicos.

Deputado Padre João/DIVULGAÇÃO

Apesar de oferecer um risco para a sociedade, o governo de Jair Bolsonaro desde que assumiu, em 1º de janeiro de 2019, já liberou 169 novos agrotóxicos para serem colocados nas mesas dos brasileiros. De acordo com o Deputado Federal Padre João: “precisamos barrar este absurdo que vem acontecendo no país. É preciso garantir que alimentos saudáveis sejam colocados nas mesas da nossa gente”, afirma.

Todo registro de novos agrotóxicos é feito por meio do Ministério da Agricultura (Mapa). O órgão é responsável por verificar a eficiência do produto no combate as pragas no campo, mas além do Mapa, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisa avaliar os riscos à saúde, enquanto o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) faz a análise dos perigos ambientais. A preocupação é que uma grande quantidade de novos agrotóxicos vendo sendo liberados, que deixa ambientalistas ainda mais preocupados.

Já ficou comprovado que não precisamos de agrotóxicos. Eles são dispensáveis e não está ligada a questão da segurança alimentar. “É urgente barrar os Projetos de Lei que estejam ligados ao Pacote do Veneno”, afirma Padre João. A liberação de agrotóxicos oferece riscos a nossa sociedade e a solução está nas pequenas coisas, pois o homem do campo e o trabalhador rural sabe que o alimento natural é mais saudável. O pequeno agricultor, que sabe que sua produção é mais valorizada quando cultivada livre de veneno tem a solução para a agroindústria. “O segredo pode estar na dedicação e no cuidado para com a terra”, afirma Padre João.

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