Câmara eleva tom de críticas contra a saúde e o trânsito; “O que funciona em Lafaiete?”, ironiza vereador Lúcio Barbosa

“O que nossos olhos, nossa boca e nossos ouvidos nos chegam, nós temos que externar já que nossos gabinetes são extensões da população”. Assim desabafou o vereador Sandro José (PSDB) que nas últimas sessões vem puxando o coro dos insatisfeitos.

Na terça-feira, os vereadores elevaram o tom nas cobranças nas áreas de saúde e trânsito. Os dois temos mobilizaram os debates e provocaram uma artilharia verbal, insatisfação oriunda tanto da oposição como da base governista.

“O que funciona em Lafaiete”, ironiza vereador Lúcio Barbosa/CORREIO DE MINAS

Ao citar a falta de educação no trânsito, o vereador André Menezes (PP) também foi incisivo em cobrar a urgência no convênio com a PM. “É um absurdo a situação do trânsito em Lafaiete. Ou se promove este convênio ou a prefeitura coloca agentes de trânsito nas ruas”, disparou.

Insatisfeito, o vereador Lúcio Barbosa (PSDB), um dos edis que mais criticam a saúde na Tribuna, também contestou a situação do trânsito em Lafaiete. “O rotativo não funciona, não há respeito no trânsito e as pessoas estão morrendo nas filas por falta de exames e cirurgias. Passou de hora de termos mais explicações. E eu pergunto o que funciona em Lafaiete?”, questionou.

Segundo a linha, o vereador Chico Paulo (PT) avaliou que pouco foi esclarecedora a reunião pública ocorrida na semana passada para discutir a regularização fundiária. “Eles têm de iniciar a regularização nas regiões onde os moradores não têm água, luz, rede de esgoto, ao contrário do que a prefeitura pretende”, sugeriu. Fernando Bandeira também defendeu a imediata renovação convênio com a PM. Já a vereador Carla Sassi (PSB) pediu mais investimentos na prevenção bucal nas escolas.  “Quando a gente critica não para piorar a situação, mas para alertar o executivo daquilo que os outros nos mostram”, arrematou Sandro.

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