Anjos de Patas – O filhote fofo de hoje, é o cão adulto de amanhã!

Sim! O filhote fofo de hoje, é o cão adulto de médio/grande, ou pequeno porte de amanhã.

Portanto ao ver um filhote fofo para adoção, e dizer que quer, pense que ele vai crescer, vai necessitar de vacinas, cuidados, alimentação saudável, um lugar para ter uma vida ao lado de quem o escolheu para fazer parte da sua vida!
Sem falar nas fases de crescimento, que inclui destruir objetos, xixi em lugar inapropriado, esteja preparado para todos tipos de situação. O que não vai faltar é diversão e amor! Carinho! Grandes momentos compartilhados. Ele estará com você e ao seu lado todo o tempo, seja de grande ou pequeno porte.
O filhote necessita de atenção redobrada no quesito saúde, por ainda ter pouca imunidade, se torna mais suscetível a doenças. Principalmente a Cinomose, doença fatal e altamente contagiosa. A vacina é o único meio de prevenção.  O ideal é não sair de casa antes que tenha realizado o esquema básico vacinal.

Relembre o esquema básico vacinal em http://www.correiodeminas.com.br/site/ffique-atento-as-vacinas-do-seu-animal-de-estimacao-principalmente-se-ele-for-um-filhote/

Opte por salvar vidas, independente do porte!
Escolha o amor! Escolha adotar!

Ao adotar um filhote, ou adulto, procure orientação do médico veterinário para maiores cuidados.

E não compre! Jamais compactue com o comércio de vidas! Principalmente vidas que na maioria das vezes são descartadas, quando já não podem mais dar lucro.

Adote! Escolha salvar!

Adoção conjunta!

Espaço cultura!

Com Cláudia Guimarães, escritora.

Crônica da casa assassinada, Lúcio Cardoso.

Crônica da Casa Assassinada, do escritor mineiro Lúcio Cardoso, obra publicada em 1973, acompanha a ruína de uma aristocrata família mineira. Uma saga que se desenrola nos limites de uma casa de fazenda. A casa desempenha o papel principal: os personagens são feitos do cimento da casa e esta, da carne dos seus habitantes. A perspectiva dos temores que habitam a casa, da casa que sangra, que sofre, que abriga os mais trágicos segredos.

Lúcio Cardoso revela pendor para criação da atmosfera de pesadelo e de sondagem interior a que lograria dar uma rara densidade poética. Aproveita as sugestões do surrealismo, sem perder de vista a paisagem moral da província que entra como clima nos seus romances.

Crônica da Casa Assassinada reconstrói de maneira admirável o clima de morbidez que envolve os ambientes e os seres. Fixa a angústia de um amor que se crê incestuoso. Em vez de referências diretas, são as cartas, os diários e as confissões das pessoas que conheceram a protagonista (e dela própria), que vão entrar como partes estruturais do livro, tornadno a narrativa incomum e que costuram com maestria a história dos Meneses, centrada na presença de uma mulher desconhecida..

Fonte: https://www.passeiweb.com/estudos/livros/cronica_da_casa_assassinada

Você encontra para empréstimo na biblioteca Casa de Guimarães.

Contatos pelo Facebook: http://www.facebook.com/casadeguimaraes

Por: Ully Daniely
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